Escaras que libertam,
Escadas que elevam,
Estafas que ensinam,
Eis-me aqui,
Aprendiz da vida.
O sangramento não é mais
Que pulso firme de vida
A correr pelo corpo
E além deste.
As palavras nada mais são
Que ventos dirigidos
a partidos
E razões.
Não sou barreira
Para impedir que teu olhar me atravesse.
Não sou ribeira
A escoar para ti
As águas que brotam de mim.
Mas sou vida
E ampla
Viga
Manta
Que te cobrirá
Quando de acalanto precisar.
Sou céu,
Seu,
Um mel
nem tão doce assim.
Bem-querer de mim.
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