Quando lhe
perguntaram onde estaria
Respondera que
bem longe,
Distante de
toda maldade
Dos abraços,
Dos braços,
Dos laços.
Fuga
risonha, disfarçada em conexão
Com o vício
Que fazia
esquecer e reviver aquela paixão.
Logo atrás,
escondida
Sumida entre
as pessoas e as paredes
Entre catuabas
e seres
Tão fugitivos
e aprisionados quanto ela.
Enquanto
eles bebiam para esquecer,
Ela mantinha-se
sóbria para lembrar...
E escrever.
A voz dele
ecoando
Pelas paredes
e sua mente,
Martelando no
peito cansado e sofrido
Por tamanho
amor.
Escrevia,
lia,
reescrevia e
relia,
Cegando-se em sono, suor e poesia.
Eliza Poetiza <3
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