que provinha de seu rio imaculado
a correr pela face
e despencar da cachoeira de seu rosto
ele caminhava tristonho
a seguir só e sólido
insano pela cor
daqueles olhos que o abandonaram.
A caminhar,
ria um choro de horror
a sentir imensa dor
de ver-se inútil para aquele coração.
Aquela bomba que pulsava
mais forte pela ansiedade de esperar
outro corpo ao seu lado,
outro alguém em seu laço.
Pagã que era
não percebia que seu amor era sagrado,
tão imaculado,
capaz de carregá-la para longe
de toda mágoa.
Lenço a enxugar suas lágrimas.
A pesar em suas pernas,
seu corpo sólido
pesado em penas e problemas,
tombava sobre a calçada
buscando na sarjeta
qualquer calor que remetesse
àquela companheira calada.
Avante, sem destino, sem desejo, sem abrigo
desalojado daquele colo infame
e embriagante
onde depositava sua cabeça
a esperar por um toque qualquer.
insano pela cor
daqueles olhos que o abandonaram.
A caminhar,
ria um choro de horror
a sentir imensa dor
de ver-se inútil para aquele coração.
Aquela bomba que pulsava
mais forte pela ansiedade de esperar
outro corpo ao seu lado,
outro alguém em seu laço.
Pagã que era
não percebia que seu amor era sagrado,
tão imaculado,
capaz de carregá-la para longe
de toda mágoa.
Lenço a enxugar suas lágrimas.
A pesar em suas pernas,
seu corpo sólido
pesado em penas e problemas,
tombava sobre a calçada
buscando na sarjeta
qualquer calor que remetesse
àquela companheira calada.
Avante, sem destino, sem desejo, sem abrigo
desalojado daquele colo infame
e embriagante
onde depositava sua cabeça
a esperar por um toque qualquer.
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