A tantos que andam
De ombros arqueados
Pois acharam que amar seria mais fácil
Do que viver por si.
A todos que viram olhares trocados
Tiveram seus beijos roubados
E se entregaram sem sentir.
Hoje fazemos versos molhados em lembranças,
Músicas cantadas por trêmulas vozes
Que temeram perder as memórias
E não poderem mais contar suas histórias.
Afinal, nós somos a melhor história que temos.
Para o resto do mundo
Faço questão de contar o que viemos a ser:
Somos uma eterna lição a se aprender.
Aproveitemos
E para o amor deixemos a porta aberta
Pois só quem é capaz de amar
Pode compreender a dor de ser poeta.
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