terça-feira, 30 de novembro de 2010

Às vezes descobrimos amigos
onde pensávamos que existissem inimigos.
Em muitas ocasiões acabamos por entender
que amigo não se escolhe,
apenas descobre-se.

Eles surgem numa palavra,
num gesto, numa estrofe.
Certas vezes nem querem ser amigos,
mas acabam sendo.

E quando os descobrimos
o coração acelera,
a lágrima invade o olho
e um novo tipo de amor nasce
e cresce...

Um amor tão puro e tão ingênuo
baseado na divisão, no carinho
e no afeto.

Um sentimento que cresce
em cada despedida,
que dorme no tempo
e que renasce no reencontro.

Um sentimento que na mais silenciosa solidão
brota lá no fundo do coração
abrindo nossos olhos, deixando a lágrima cair
e nos mostrando que
nunca estaremos sozinhos.

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